• Search form is empty!

  • Drop Down MenusCSS Drop Down MenuPure CSS Dropdown Menu


    Logo quando estreou, Violet Evergarden se colocou em uma posição mais complicada do que o comum para o hype da temporada, já que pela primeira vez desde muito tempo toda a expectativa estava depositada em um slice of life, um tipo de obra que não costuma atrair a todos e que geralmente tem como característica o seu desenvolvimento lento e com menos reviravoltas.

    Outro ponto que chamava a atenção sobre todo esse hype é que ele era simplesmente gerado pelo grande visual e animação demostrados nos vídeos comerciais, o que novamente poderia, após o lançar dos episódios, gerar grande evasão daqueles telespectadores impacientes e movidos por pura expectativa pouco infundada.

    Graças a essas condições este segundo episódio lançado começa a ser um divisor de águas para aqueles que realmente vão ou não assistir o decorrer da série, tendo como principal responsável o tão conhecido "desenvolvimento lento" de muitos animes slice of life, o que trai as esperanças dos fãs do puro shounen de batalha. Levando dessa forma Violet poder aos poucos se tornar um anime de nicho, caso os demais episódios sigam esta formula.

    Porém não se deve enganar, Violet Evergarden continua espetacular para o tipo de anime que se propõe ser, mesmo tendo uma leve queda se comparado a sua estreia, o que é totalmente natural e muitas vezes usado como "ponte" para novos desenrolares.

    Neste episódio podemos focar mais nas emoções, no trabalho de fato da personalidade da protagonista, até agora mais colocada como alguém sem sentimentos, principalmente quando se refere ao que podemos chamar de "aflorar das emoções", que por sinal é inversamente demonstrado no sentido literal na passagem entre um dia para o outro, coincidentemente ou não, em um momento onde Violet, não sabendo interpretar corretamente os sentimentos da remetente da carta, acaba vindo por "errar" e estragar os planos de namoro da jovem.



    Além de Violet, o episódio dividiu as atenções com a garota de óculos, o que foi um passo a frente na tentativa desta se tornar uma obra que não dependa exclusivamente da protagonista para tudo, conseguindo assim manter um desenvolvimento do mundo a sua volta, aos poucos explorando os dramas pessoais de cada um.

    E com essa temática Violet demostrou com mais clareza uma serie de outros detalhes espetaculares, deixando visível a total dedicação dos produtores para com a obra. Neste caso, o mais perceptível foi a quantidade de foco que os animadores dão as expressões faciais, sobretudo aos olhos e sobrancelhas, ou quando com a mescla de cores e um simples corar, de acordo com a posição e clima, muda sua tonalidade criando um ambiente muito mais emotivo e assim efetivo.


    Dessa forma percebemos que a grandiosa animação de Violet não se resume a apenas fanservice, desempenhando um papel fundamental em toda a obra, colocando-a em outro patamar quando se trata sobre transmitir uma mensagem, um sentimento ou simplesmente nos apresentar esse grandioso e belo mundo ao estilo vitoriano.

    Mesmo com todas as características Violet, como dito anteriormente, teve um episódio abaixo de sua estreia, e um dos fatores que mais vejo gerar esta conclusão é a falta de lugares apresentados, notando-se assim, que este é um anime que não vai depender apenas de pura movimentação na trama, mas sim de saber aproveitar em seus episódios o máximo de cenários e locais possíveis, apresentando uma grande diversidade, que é uma das coisas que a obra sabe fazer de melhor.

    Assim, tivemos que acompanhar a protagonista em suas desaventuras profissionais neste episódio, o que era facilmente previsível após o final de sua estreia.

    O futuro ainda é incerto, Violet -agora a protagonista- tem um grande caminho a percorrer, e com isso espero novos locais, novas explorações, e a felicidade de vê-la ganhando mais e mais conhecimento do mundo a sua volta.

    Nota do episódio: 3.5/5

    Revelado visual do anime de Baki, uma adaptação do mangá lançado em 1999 Baki: New Grappler Baki. O anime chegará a Netflix japonesa na temporada de verão 2018.

    Sinopse

    "O protagonista, Baki Hanma, treina com um foco intenso para superar seu pai, Yujiro Hanma, o lutador mais forte do mundo. Cinco dos mais violentos do mundo e condenados ao corredor da morte estão se reunindo para enfrentar Baki. O objetivo dos cinco é provar a derrota - sua força e habilidade incomparáveis ​​levaram-nos a ficar entediado com a própria vida, agora procuram Baki na esperança de que ele possa dominá-los e esmagá-los completamente. Nesta crise, outros guerreiros subterrâneos da arte marcial se reúnem para lutar pelo lado de Baki: Kaoru Hanayama, Gouki Shibukawa, Retsu Kaioh e Doppo Orochi. Um confronto épico entre presos violentos e Baki e seus amigos começa!"


    Foi anunciado hoje através da conta oficial do twitter da SoftBank Creative Corp.'s GA Bunko um novo projeto para a Light Novel de Dungeon ni Deai o Motomeru no wa Machigatteiru Darō ka, no entanto ainda não foi confirmado o que será.
    A obra já teve uma adaptação para anime em 2015 pelo estúdio J.C Staff. 

    O que acham que pode ser anunciado?

    Sinopse:

    Popularmente conhecida como "Dungeon" (Masmorra), a cidade de Orario possui um enorme labirinto subterrâneo. Seu nome estranho atrai excitação, ilusões de honra e esperanças de romance com uma linda garota. Nesta cidade de sonhos e desejos, o jovem aventureiro Bell Cranel tem seu encontro destinado com a pequena Deusa Hestia. Assim começa a história de um garoto lutando para se tornar o maior aventureiro e a de uma deusa solitária buscando adoradores esperando chegar a seus objetivos, e talvez, até um pequeno romance.
    Yuru Camp, embora com bons valores de produção, não entregou tanto ao ponto de conquistar-me em um primeiro momento.

    As melhores cenas desses dois episódios sempre são as que exploram a atmosfera fria e naturalista da obra. O complemento da trilha minimalista junto a sonoridade diegética da natureza e os planos abertos ou sugestivos a trivialidade – ver cachorros latindo, o vento interagindo com a tenda –  trazem um forte senso de tranquilidade. Não é a toa a temática "acampamento", que configura-se perfeitamente ao acaso.

    Tudo isso remete também a frivolidade estética que se faz marcante na natureza outonal de Yuru Camp.

    Entretanto, se Yuru Camp contém seu brilho nesses momentos, isto contrapõe-se a sua exposição negligente. Aqui a narração feita pelo experiente Akio Ootsuka é intrusiva, a qual sempre afronta a inteligência do espectador verbalizando o que já está sendo mostrado na cena.

    O que irrita também é como o roteiro encontra soluções banais para pequenos impasses. No episodio 2 Rin só entra em contato com o grupo de acampamento por causa de uma conveniência de roteiro, Saitou encontra uma emenda – quando perguntada sobre, só reafirma que conseguiu por casualidade – para ajudar as campistas e por fim, ajuntar Rin a elas. A pergunta que fica é: como o roteirista conseguiu esses desdobramentos num anime que fornece tantas poucas chances de algo do tipo acontecer?


    As personagens refletem o aspecto ingênuo do anime. Suas motivações são sempre bobas e simples, como uma personagem querer 4 integrantes só para ter espaço para fazer aquecimento – isso nem sentido faz – . São crianças, apesar de serem no estilo japonês: "moetizadas" e independentes.

    Por fim, um começo morno. Só resta agora aguardar por mais episódios para decidir caso vale a pena ou não seguir essa jornada.

    Nota: 3.25/5


    Foi anunciado na Anime Japan uma adaptação para anime do mangá de grande popularidade Grand Blue. Outras informações sobre o projeto serão dadas ao decorrer do tempo.

    O marketing em cima de um anime pode ser efetivo de muitas formas, mas a maneira mais sensata é gerar expectativas por meio de um visual que saiba dar um golpe fatal em seu telespectador, atordoando-o e o empolgando da forma mais latente possível.

    O sucesso de tais artifícios é algo comumente conhecido em trailers e demais videos comerciais lançados como prévia de uma obra. Nestes meios a atenção do telespectador é focada nos jogos de cena rápido e um copilado de momentos que tendem a funcionar graças ao curto tempo de exposição, evitando assim se notar quaisquer falhas importantes, e nunca realmente comprometendo o roteiro, que por fim, será o que de fato fará a obra ser ou não algo que atenda as expectativas nela depositadas.

    E um anime que se mostra o maior exemplo disso nos últimos tempos é Violet Evergarden, já colocado desde o primeiro trailer como a maior expectativa da temporada, se não do ano de 2018.
    No entanto a dúvida mais óbvia para aqueles que conseguiram se manter com um mínimo espírito crítico após tamanho entorpecimento se colocava a respeito do roteiro futuramente apresentado.

    Após tanta espera e expectativa, foi enfim lançado, com streaming simultâneo da Netflix, o primeiro episódio do gracioso Violet Evergarden, e uma coisa podemos ter certeza, esse é o maior entorpecedor audiovisual do mundo dos animes nos últimos bons tempos.

    Violet -seja a protagonista ou o anime- é absolutamente incrível em cada detalhe, seja em uma cena de restaurante comum, em uma explicação com o fogo de alusão, ou até mesmo em um corriqueiro momento que acompanha o quebrar de uma xícara, tudo isso é rico de cores, sons e emoções, que fazem as coisas a sua volta ganharem vida. Levando assim todo momento apresentado se tornar um excelente wallpaper, uma imagem que será no mínimo emoldurada em nossas memórias.

    A animação não é exceção nesse mar de qualidades, a forma com que é trabalhada é digna de atenção, sendo bem usada nos momentos necessários, e criando uma grandiosa imagem do mundo e da própria obra, chegando a poder se considerar um exagero em certos momentos, de tão incrível.

    Contudo, nessa estreia Violet mostra que nosso receio quanto ao roteiro pode ser esquecido por enquanto, já que felizmente está não é simplesmente uma obra com um ótimo visual, mas também um anime que contem uma estória realmente muito promissora, e que até agora não deixou nem um pouco a desejar, tendo como destaque a protagonista, Violet, e a forma com que ela interage com o mundo a sua vota.

    Dessa forma o roteiro segue desde o principio, fazendo bem feito a introdução ao personagem e ao mundo, sabendo explorar o necessário e o carisma de Violet logo de cara.

    E basicamente é para isso que serviu o episódio, fazer ótima introdução e começar a explorar uma adaptação a nova forma de vida da protagonista, que após sua recuperação do pós guerra, vive pela primeira vez o que seu mais importante parceiro chamava de "liberdade'.

    Muitas coisas chamam atenção sobre ela - e como essas novas expectativas foram geradas se torna outra qualidade inicial presente na obra -, como por exemplo sua vida antes da guerra, tudo o que passou enquanto era meramente um ferramenta do exército, e como ela seguirá seu rumo daqui por diante, sendo que pela primeira vez mostra estar pensando por conta própria, tendo seus próprios desejos.

    Após essa estreia sensacional apenas temo que o desenvolvimento da obra seja lento demais, algo que não vejo como um problema se bem feito, mas que pode acarretar na perda de vida a essa tão promissora obra, que mostra em sua estreia uma coisa que muitos animes não sabem fazer, a razão para que veio.

    Nota da estréia: 4.5/5

    Ps: Parabéns aos envolvidos, é difícil lembrar um anime que tenha uma estrutura tão boa no episódio de estreia, mostrando mais do que o comum do passado da protagonista, sabendo criar uma ponte bem feita entre a antiga vida, a adaptação, e a nova vida.


    Divulgado novo trailer de Godzilla: Kaiju Wakuse para a Netflix.

                             

    O anime já foi lançado para os cinemas japoneses em novembro de 2017. Agora ganha sua estreia internacional para 17 de janeiro na Neflix.

    Sinopse

    No último verão do século XX, os seres humanos aprenderam que não são os únicos governantes do planeta Terra com o aparecimento das gigantes criaturas vivas "Kaiju" e a última existência que destrói todos os monstros: Godzilla. Através da batalha contra o kaiju que durou meio século, os seres humanos sofreram uma derrota contínua e, finalmente, planejaram escapar da Terra. E em 2048, apenas aqueles que foram selecionados pelo A.I. administrado pelo governo central embarcou na nave espacial interdimensional "Aratrum" para se dirigir para "Tau Cetus e", o planeta com distância de 11,9 ano-luz. No entanto, as diferenças de condições ambientais entre a Terra e Tau e, finalmente, apareceram após 20 anos. Foi muito além dos números previstos e não era um ambiente considerado habitável pelos seres humanos. 

    O jovem do navio emigrante: Haruo, que viu seus pais mortos por Godzilla diante de seus olhos quando tinha 4 anos, tem apenas uma coisa em sua mente entre esses 20 anos: retornar à Terra e derrotar Godzilla. O grupo de "Earth Returnists" liderado por Haruo tornou-se a maioria e determina voltar para a Terra através de uma perigosa navegação de hiperespacial de longa distância. No entanto, a Terra que eles retornaram já passou no tempo de 20.000 anos, e tornou-se um mundo desconhecido com o ecossistema reinado por Godzilla. 

    No final, os seres humanos vão conquistar a Terra? E o que Haruo verá além de seu destino?

    Divulgado um novo CM para Shoujo☆Kageki Revue Starlight:




    Sinopse: 

    Starlight é um grupo de revistas de música e dança amada em todo o mundo. Karen e Hikari fazem uma promessa uns com os outros quando são jovens que um dia eles ficarão juntos nesse palco. O tempo passa, e agora as meninas têm 16 anos de idade. Karen está muito entusiasmada com as lições que ela tira todos os dias, mantendo sua promessa perto de seu coração. Hikari transferiu escolas e agora está longe de Karen. Porém as engrenagens do destino movem-se, e as duas estão destinadas a se encontrar de novo. As meninas e outras meninas do palco competirão em um misterioso processo de audição para ganhar aceitação na revista.

    -Staff-

    Diretor: Tomohiro Furukawa
    Roteiro: Tatsuto Higuchi
    Character Designer: Hiroyuki Saita
    Compositor: Yoshiaki Fujisawa, Tatsuya Kato
    Produtora: Kinema Citrus (Made In Abyss)



     Enfim, a maior premiação de animes da via láctea chegou!

    Os indicados e vencedores do troféu Golden Punpun são dados por um grupo de 8 pessoas que debateram e chegaram em uma conclusão por votos. Há um limite de indicações para cada categoria. Animes que não finalizaram no ano de 2017 não são cotados.

    Melhor Musica Tema

    Indicados



    Don´t - Warau Salesman New (Nakamura Emi) 

    Imawa no Shinigami - Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu: Sukeroku Futatabi-hen (Megumi Hayashibara)

    Orion - Sangatsu no Lion (Kenshi Yonezu)

    Sora no Parade - Granblue Fantasy (Haruhi)

    Vencedor

    Imawa no Shinigami - Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu: Sukeroku Futatabi-hen


    Melhor Edição de som/mixagem de som

    Indicados

     


    - Mima Masafumi (Boku no Hero Season 2)

    - Jin Aketagawa (Shoujo Shuumatsu Ryokou)

    -Yō Yamada (Made In Abyss)

    Vencedor

    Jin Aketagawa - Shoujo Shuumatsu Ryokou



    Melhor Trilha Sonora

    Indicados

     - Hiroyuki Sawano (Shingeki no Kyojin Season 2)

    - Kenichiro Suehiro (Shoujo Shuumatsu)

    - Kevin Penkin (Made In Abyss)

    - Yoshiaki Fujisawa (Houseki no Kuni)

    Vencedor

    Kevin Penkin - Made In Abyss


    Melhor Direção/Concepção de arte

    Indicados

     

    - ACCA 13-Ku Kansatsu-Ka

    - Houseki no Kuni

    - Made In Abyss

    - Shoujo Shuumatsu

    - Sangatsu no Lion

    Vencedor 

    Houseki no Kuni

     

    Melhor Fotografia

    Indicados

      


    - Kazumasa Someya (Shoujo Shuumatsu Ryokou)

    - Kenji Fujita (Houseki No Kuni)

    - Rei Egami (Owarimonogatari 2nd Season)

    - Shigemitsu Hamao (Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu: Sukeroku Futatabi-hen)

    Vencedor

    Rei Egami - Owarimonogatari 2nd Season


    Melhor Roteiro

    Indicados 



    - Jun Kumagai (Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu: Sukeroku Futatabi-hen)

    - Kazuyuki Fudeyasu (Shoujo Shuumatsu Ryokou)

    - Shinbou Akiyuki (Owarimonogatari 2 season)

    - Takao Yoshioka (Demi-Chan)

    - Yuuko Kakihara (Tsuki ga Kirei)

    Vencedor 

    Jun Kumagai - Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu: Sukeroku Futatabi-hen

     

    Melhor Performance Masculina

    Indicados

     

    Seki Tomokazu (Youtaro - Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu: Sukeroku Futatabi-hen)

    Ishida Akira - (Yakumo - Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu: Sukeroku Futatabi-hen)

    Kamiya Hiroshi (Araragi - Owarimonogatari)

    Kawanishi Kengo (Rei - Sangatsu no Lion)

    Vencedor

    Ishida Akira - Yakumo - Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu: Sukeroku Futatabi-hen 

     

    Melhor Performance Feminina

    Indicados

     

    Aoi Yuuki (Tanya- Youjo Senki) 1

    Kana Hanazawa (Hinata Kawamoto - Sangatsu no Lion) 1

    Sakamoto Maaya (Shinobu - Owarimonogatari 2nd Season) 1

    Yuu Kobayashi (Konatsu - Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu: Sukeroku Futatabi-hen)

    Vencedor 


    Yuu  Kobayashi - Konatsu - Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu: Sukeroku Futatabi-hen

     

    Melhor Diretor

    Indicados


    - Masayuki Kojima (Made In Abyss)

    - Shinbou Akiyuki (Owarimonogatari 2nd Season) 

    - Shinichi Omata (Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu: Sukeroku Futatabi-hen)

    - Takaharu Ozaki (Shoujo Shuumatsu Ryokou) 

    - Takahiko Kyōgoku (Houseki No Kuni)

     Vencedor

    Takaharu Ozaki - Shoujo Shuumatsu Ryokou


    Melhor Anime 

    Indicados 

     

    - Made In Abyss

    - Owarimonogatari 2nd Season

    - Shoujo Shuumatsu Ryokou

    - Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu: Sukeroku Futatabi-hen
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .

    Vencedor 

    Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu: Sukeroku Futatabi-hen

    Extra:

    Premio Alvarés Pinto: Decepção do ano

    - Inuyashiki

    Divulgado pelo twitter oficial de Gun Gale online, a obra Sword Art Online Alternative: Gun Gale Online ganha uma data de lançamento para abril deste ano de 2018.

    Sinopse:

    "A trama acompanha Karen Kohiruimaki, uma estudante do colegial extremamente insegura com sua altura. No mundo de realidade virtual de Gun Gale Online, ela cria seu avatar Llenn com a altura que acredita ser a ideal e acaba se adaptando ao “novo mundo”. Até que começa a construir uma amizade com Pitohui, quem a incentiva a participar do torneio Bullet of Bullets, o mais disputado no GGO"

    Novo PV e Visual para adaptação em anime de Fate/Extra: Last Encore





    O anime tem estreia agendada para dia 27 de Janeiro e animação esta entregue ao estúdio Shaft (Monogatari Series, Madoka Magica)

    Sinopse:

    Após acordar em um mundo virtual estranho sem lembrar de seu passado, Hakuno encontra-se forçado a lutar pela sobrevivência em uma guerra cujo o prémio trata-se da oportunidade de ter o seu desejo concedido. Com apenas um enigmático “Servo” ao seu lado, Hakuno Kishinami terá que enfrentar amigos e inimigos em batalhas até a morte, a fim de não só ganhar posse de um objecto misterioso conhecido como “Santo Graal”, mas também encontrar o responda da questão mais importante de todas: “Quem sou eu?”



    Em uma primeira vista, como já comentei em uma primeira impressão AQUI, Houseki impressiona pela sua estonteante computação gráfica. E não há como negar que os efeitos computacionais são um ponto marcante na obra à medida que pode-se considerar a CGI mais eficiente já feita nessa indústria de animes.

    Um grade feito não só da animação em si, mas também da direção, é a composição das cores. Ela, que contém um ilustre papel não só esteticamente, mas também simbolicamente na trama, de modo que as cores características dos cristais moldam-se em seu entorno ou estabelecem emoções subjacentes – azul e roxo sempre associados a tristeza e introspecção –.




    Tendo como analise a estrutura, podemos definir claramente três arcos em Houseki, distinguidos de acordo com a evolução de Phos.

    O primeiro, tem como núcleo a introdução de um novo mundo, além de apresentar e desenvolver a motivação central da personagem principal Phos, o que move a narrativa. Há uma grande participação de Shinsa nesse desenvolvimento, embora a relação ganhe uma importância que não existe dentro da trama, – sendo ressaltada constantemente mesmo provando-se uma pequena subtrama a ligação entre as duas pela situação em comum é essencial para exercer uma causa de empatia no espectador.

    A segunda metade talvez seja o claro auge no anime em que a Phos consolida-se como uma personagem mais profunda e recheada de questões internas. É notável essa mudança a partir do momento que analisa-se a discrepância da atmosfera do começo do anime e o final (terceiro arco). Acompanhamos em principio uma perspectiva mais otimista e alegre de Phos, em contraponto ao final em que a perspectiva é mais madura e cética sobre aquele mundo.

    Explicito no momento final (ep 12º) em que é estabelecido contraste entre as duas Phosphophyllite, e ressalta o verdadeiro escopo dessa primeira temporada. Houseki no Kuni em um primeiro momento não é sobre seu mundo necessariamente, mas sobre sua protagonista, Phos.

    No fim, agora só resta saber no mangá ou em uma eventual 2 temporada, que outras composições Houseki no Kuni poderá tomar.

    Para finalizar, como pode ver que essa review não contém tudo o que pode-se analisar em Houseki no Kuni – por isso intitulei de "sem spoilers" pela superficialidade –. O motivo é porque essa review advém de analises episódicas, então citar mais que isso no post seria repetir minhas palavras. Para quem já assistiu o anime e quiser algo completo, links respectivamente:

    1 ao 5

    6 ao 9

    10 e 11

    Nota: 8.4/10



    Inuyashiki acabou com um final justo, apesar de não bem conduzido para e além de ter inúmeros furos e afins que ficarão sem explicação, foi um final agradável, mas nada de especial, teve uma cena bonita no final mas só eu diria.

    O episódio todo foi praticamente focado na família do Inuyashiki, mostrando eles se reatando, para preparar o clímax final e fazer a gente sentir pena delas pela morte do Inuyashiki, funcionou pouco eu diria, mas a cena final foi sim bonita.

    O tal meteoro no fim das contas era só um meteoro mesmo, que apareceu convenientemente logo após os dois terem virados robôs. Digo, a NASA provavelmente teria previsto a trajetoria do meteoro muito antes do que aparece no anime, mas enfim. Tivemos até um Donald Trump ali mandando todo mundo se ferrar que ele não tava mais nem ai, olha, tipico do Trump eu diria. Mas enfim, esse meteoro foi algo meio aleatório que serviu para o final "perfeito", com os dois morrendo.

    Seria muito mais interessante se fosse algo relacionado com a tecnologia que eles receberam, que tem cara de ser alienígena, mas no fim isso ficou de lado. Digo, nenhuma explicação sobre como funcionam os "poderes", como eles ganharam, de onde vem, e por ai vai, basicamente tudo fica na suspensão de descrença, temos que acreditar que os poderes são divinos e que funcionam assim, um ponto muito negativo da obra eu diria.

    No final, para parar o meteoro, ambos se auto-destroem para desviar a rota e salvar a terra. Um final justo, sem nenhum vencedor, e a terra voltou ao seu normal, sem heróis ou vilões robóticos. A cena final foi bonita, não vou negar. E ainda no fim a garota termina entrando na Jump, um epilogo que não serviu de muita coisa a não ser promover a Jump.

    Antes de acabar o post, devo dizer que a melhor cena do episódio foi o cachorro rolando escada a baixo, eu ri muito, a ponto de ter que parar o episódio e esperar parar as risadas, porque foi bom demais, isso até me afetou pra prestar atenção no resto do episódio, foi uma cena que destoa do anime, mas que foi divertida.

    No fim Inuyashiki terminou sem muitas respostas, com um final simples mas justo.

    Nota: 3/5